TEMPLATE ERROR Current Date: Mon Jul 18 23:59:40 BRT 2011 URL : Skin : Last Modify : Wed Dec 31 21:00:00 BRT 1969 File Name : Line : 298 Errors : Error: Block not closed: uol.tpl.StatementIFNotComparison Um abadá para cada dia



    
Patricia Rammos
Brasil



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    Um Abadá Pra Cada Dia II... Blog de Patrícia Rammos


    Agora é assim !!!



    Escrito por Patrícia Rammos às 23h59
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    O novo endereço do ABADÁ !!!

    Ano novo vida nova:

    UM ABADÁ PRA CADA DIA III - http://www.umabadapracadadia.blogspot.com/

    A gente se encontra por lá !!!

    Valeu ABADÁ II !!!



    Escrito por Patrícia Rammos às 18h02
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    Um pouquinho de atenção...

    Há de se ter cautela quando a gente acusa alguém de algo tão forte e sério. Racismo é crime, mas xenofobia também é. Ou melhor: Todo e qualquer tipo de preconceito ultrapassa qualquer limite de entendimento e aceitação. Por mais que a gente, muitas vezes, não acredite, esse tipo de aberração existe em todos os cantos, em todos os lugares, independente de classe social. E, muitas vezes, nem é só em relação ao negro. Tem gente que não tolera rico, português (quantas piadas vc não ouve a esse respeito?), loira, ator, evangélico...

    Posso falar com conhecimento de causa, que o racismo existe, sim. Existe e é cruel, porque tenta também matar a dignidade. Mas precisamos tomar cuidado para que esse fato não nos exima de responsabilidades individuais.Nem toda reação é porque você é  tem a pele de ébano ou mora numa oca e, sim, por que você talvez tenha feito INDIVIDUALMENTE algo que contrariasse o outro. Isso também não faz de você certo ou errado. Só quem viveu e/ou viu pode mensurar o tamanho da porrada.

    Só não vamos esconder as nossas responsabilidades atrás de causas sérias, que precisam ser combatidas com serenidade, sapiência e respeito. Não estou aqui para questionar a dor de quem quer que seja, mas ao que me parece, as vezes, a gente insiste em se manter dentro de uma senzala, amarrada ao mais forte e cruel pelourinho. Muito cuidado !!! Porque ao se julgar vítima, muitas vezes, cometemos o mesmo crime. Dizer que alguem nos agrediu porque é alemão, ariano e nasceu na terra do monstro do bigodinho, é, sim, um preconceito invertido. Colocar como manchete :"Professor alemão agride estudante negro" ou "Hi Hackler" é, sim, um ato de violência. Para quem não sabe, XENOFOBIA também é crime. Além de que, a pessoa em questão também é idosa e isso depõe também contra um outro estatuto. Nós temos muitos direitos e precisamos estar sempre atentos e lutando por eles, mas precisamos também estar atentos aos nossos deveres. Vamos fazer valer a nossa serenidade e entender que ou a gente avança ou a gente não sai do mesmo lugar e não se aprofundada. Estudei na Escola de Teatro durante anos e não acredito que o professor em questão seja racista. Inclusive, há pouco tempo ele dirigiu um espetáculo que falava exatamente sobre isso. 

    Há de se ter cautela com as nossas reivindicações, enquanto estudantes, negros, mulheres, gays, índios... Outra coisa: Não a toa buscamos a universidade para nos pautar e nos qualificar. É mais do que sabido que hoje em dia, ator, professor e diretor de teatro não se formam exclusivamente numa academia.

    Ao contrário do que muitos pensam, eu acredito na Escola de Teatro, sim. Acho que o que existe de ultrapassado nela, existe em várias universidades, em várias partes do mundo... Mas isso não desmerece o que ela tem de valor e nem tão pouco desqualifica quem já passou por lá, seja como professor ou aluno. Muitas pessoas não aguentaram por "n" razões. Não sejamos injustos, não vamos culpar a Escola por isso. O buraco é muito mais em baixo.

    Não estou como advogada do diabo, estou aqui para cobrar que a gente atente pela serenidade, porque, senti na pele o que é a tentativa de se matar a dignidade de alguém, seja qualquer que seja o lado. E isso é muito sério.

    Piscadela



    Escrito por Patrícia Rammos às 13h48
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    Recado dado...

    O menino reclamou a sua presença aqui e eu preciso consertar. É justíssimo.

    Este ano tivemos uma novidade na Timba: Igor, um novo-velho amigo timbaleiro. Ele saiu com a gente na quinta-feira, no Nana e depois se picou pra Recife. Com tantos dias para conhecer o carnaval d Recife, ele decidiu logo no Carnaval?! Mas tudo bem, Recife também merece. Um dia vou experimentar também, quem sabe, com meu jatinho...

    TIMBALADA, só a gente sabe o quanto ele lutou por isso, né, Iguinho? Bem humorado

    "O timbaleiro, cadê o timbau?"



    Escrito por Patrícia Rammos às 12h27
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    Só na quarta...

    Para mim, só hoje é quarta-feira de cinza. Muuuuuuuuuuuuitos abadás passaram na minha avenida, mas agora os blocos já desfilaram e o ano FINALMENTE começou (ou recomeçou).

    Meu carnaval foi um LUXO. Quatro dias de Timbalada, um dia de Ivete, um dia de trabalho e depois a "gripetonita" me pegou. Uma loucura, loucura, mas TUDO DENTRO DOS CONFORMES.

    Para começar, como sempre, minha casa refleta de pessoas, acho que umas quinze, entre agregados, amigos e "inquilinos carnavalescos". Confesso que a sujeira me incomodou um pouco, apesar de eu tentar levar na esportiva... Quando vou à casa das pessoas tenho o seguinte pensamento: Se vou numa casa que não tem empregada, pego um copo, uso e não lavo, quem é que vai lavar? Se vou num banheiro, de uma casa que também não tem empregada, molho tudo e não enxugo, quem é que vai enxugar? Whatever...

    Velhos e novos timbaleiros...

    Bom, voltando à folia de momo, como sempre, eu e meu amigo-Timbaleiro Sergio fomos atrás da Timba. Tem gente que acha estranho, mas só quem é timbaleiro sabe que cinco, seis, sete, oito... dias não são nada diante de quem curte aquele som inconfudível dos timbales. SOU LOUKA PELA TIMBALADA, assim era o slogan, assim eu me sinto, independente de quem esteja cantando lá em cima. A Timbalada, é a Timbalada... Cadê Ninha? Cadê Xexeu? Cadê Patrícia? Cadê Amanda? Pouco me interessa. Se aquele batuque se renova a cada ano, a cada dia, pouco me importa se Denny é antipático, estrela, ignora os fãs e se acha o último guaraná antártica do universo. Quem quer se fazer individualmente faz como Ivete, que desce do trio, fala com todo mundo, grita que feliz, se mostra do povo, mesmo quando está fantasiada de pop star. Quem é Denny? O cantor ATUAL da Timbalada, que se esconde atrás de uma capa de ET para que o fã não o toque, não o veja, não o reverencie. Ok, assim seja.

    Este ano, além de Sergio, Débora, Déborah, Carla e Stefan, encontramos uma nova gangue: Mike, Rosanna, Joe, Trisha, Case, Beto... diretos dos EUA para o carnaval da Bahia, e na minha Timba. Pense em dias divertidos !!! É bom ser timbaleiro, mas melhor ainda é conquistar outros pra gangue, é ir de galera, é reencontrar os antigos (Érico e Hilton, mesmo em pensamento), é fazer com que outros sintam a mesma energia que a gente sente a cada ano, a cada batuque. "Ô Timbaleiro, cadê o timbau? Lêlêô, lêlêô...".

    Outro fato curioso do carnaval foi a quantidade de bloco abraçando a causa GLS, ou LGBT, ou, ou... enfim, o fato é que os gays dominaram o mercado e a essa altura Margareth Menezes, aquela que depois do chá, colocou os gays para escanteio e sumiu do carnaval baiano, deve estar beeeeeeeeeeeem arrependida daquela declaração fria e feia de que o bloco Os Mascarados, que na época era puxado por ela, não era gay, como se isso fosse uma ofensa. Se não era gay, era o quê? E o que é ser gay? De fato, ela não quis, mas Daniela Mercury quis, Ivete quis, Claudia Leitte quis, Tomate quis... e TODOS se espalharam como gremelins, estavam em todos os lugares. Do Dôdô ao Osmar, passando pelo Batatinha, se vestindo de Camaleão, com os colares do Gandhy e as pinturas da Timbalada. Se Maga não sabia, agora sabe que carnaval da Bahia é gay, é lésbico, é simpatizante, é hetero, é plural.

    Para fechar meu carnaval, no dia 8 de março, dia internacional da mulher, fui uma das Mestres de Cerimônias do Carnaval do Pelourinho. O meu QG era a Praça Tereza Batista. Um desafio, no meio do carnaval soteropolitano. Tenho me identificado cada vez mais com a arte de apresentar. Lembro que comecei xoxa, há alguns anos, no Musica no Porto, onde de dez frases eu dizia meia sem gaguejar, depois fui apresentar um evento gigante no Parque da Cidade, depois o Festival de Dança de Itacaré, onde me entreguei e aprendi os  macetes e o prazer de brincar de apresentar, depois passei a fazer isso no Então..., programa do meu blog e agora o carnaval do Pelourinho.  Hoje me sinto segura, sim. Me sinto em casa, me sinto brincando de aprender, me sinto livre para investir, para driblar os imprevistos, brincar com a minha imagem, tirar onda com os meus torsos, pulseiras e ser feliz !!! ADOREI !!!


    Batendo papo com integrante do Afoxé Filhas de Ogun de Ronda na Praça Tereza Batista - Pelourinho

    Vamos que vamos e até o próximo ano. Com mais Timba, com mais amigos, com mais balanço, com mais ginga, com mais trabalho. E com Deus sempre por perto, dentro, fora, em todo lugar.

    No mais, é desejar um FELIZ ANO NOVO DE NOVO !!!

    Axé, amém, evoé !!!



    Escrito por Patrícia Rammos às 18h49
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    QUEM É VOCÊ?

     

    De Big Brother a Big Bosta, QUEM É VOCÊ para dizer o que é certo ou errado? Quem é do bem ou quem é do mal? Quem é melhor ou quem é pior? Ainda no final QUEM É VOCÊ ainda comenta: "NÃO FICA CHATEADO, NÃO É INCOMPETÊNCIA, ERRAR É HUMANO". Para você só posso dizer QUEM É VOCÊ?. Desculpe, mas guardo mágoa pelos amigos. Precis......ava desabafar. QUEM É VOCÊ?



    Escrito por Patrícia Rammos às 17h16
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    Êta porra !!!

    Só para dizer que abandonei minha casa, só estou com pouco tempo. Dessa vez é MESMO falta de tempo. Mas está tudo bem.

    Carnaval foi intenso: Muita Timba, Ivetão e amigos !!! Como sempre, com Deus operando e a diversão comendo solta.

    QUERO MEU QUARTO DE VOLTA, ok?

    Um beijo e segunda-feira passo por aqui com um SUUUPER post. Contarei tudo nos MÍNIMOS detalhes.

    Agora é descansar e depois TRABALHAR, TRABALHAR e TRABALHAR... Se Deus quiser !!!



    Escrito por Patrícia Rammos às 17h05
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    Esquentando os tamborins...

    Bobo



    Escrito por Patrícia Rammos às 15h32
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    Sobre o Caso Sant'ana

    As palavras de vocês me dão ânimo !!! É claro que não vou desistir e agradeço toda força e icentivo !!!

    Estou estudando todas as formas. Quero e vou lutar... com respeito, força e dignidade !!!

    Logo, logo... daremos um norte sobre os próximos passos !!!

    Obrigada mesmo !!!

    Beijos.

    Rindo a toa



    Escrito por Patrícia Rammos às 10h21
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    Atire a pimeira pedra quem nunca pagou paixão?

    Quem tem acompanhado o atual Big Brother Brasil é testemunha do investimento diário e eterno da sister Maria para voltar a "ficar" com o brother Maurício (Maumau para os mais íntimos, lá ele !!!). A menina anda um pouco surtada e, nas festas, calibrada pelo alcool, assedia o cara, corre atrás dele, senta no colo, pede desculpas, diz que não quer mais, volta, desabafa com os "amigos", assedia novamente, chora, é humilhada... enfim, depois que o cara voltou ao programa "paga paixão" 24 horas por dia.

    Confesso que sinto um misto de carinho, de pena, de compaixão, de raiva... Quando ela aparece imagino: "Ai, meu Deus, lá vai Maria se desaplaudir novamente!!!". Ao mesmo tempo, fico pensando que na vida "real" todo passou ou vai passar por isso. Não é praga, é fato. É claro que em doses diferentes, mas a verdade que, quando a gente está apaixonado, o nosso orgulho (aquele tão necessário e amigo) vai pra casa da porra.

    Fica todo mundo aqui fora (e lá dentro também) criticando, rindo, perdendo a paciência... mas todo mundo já se desaplaudiu um dia. Até o próprio Maurício já passou por algo parecido, quando entrou na casa ainda usando o anel de compromisso que usava com sua ex, acreditando que, quando saísse do programa os dois pudessem voltar. Tanto que, ao sair, nem se despediu direito de Maria, sua então ficante, deixando claro para o Brasil que aqui fora eles não teriam mais nada. Só que assim que ele entrou no programa, a ex super assumiu estar em relaciomento sério (via facebook) com outro cara e ele, ao saber disso, prontamente tirou o anel dizendo que algo dizia que era o momento de tirá-la. Algo? Algo? Ok. "Pagou paixão" também.

    No outro dia, Janaína disse que, certa vez, estava numa balada (palavras dela, aqui na Bahia a gente chama de night) com o namorado e os amigos (devidamente acompanhados). No final da farra, resolveram "esticar" no apartamento dela. Na turma também tinha uma garota desacompanhada. Pois bem. E não é que quando a "sister" resolveu tomar banho, a avulsa deu uns amassos no namorado dela, que pegou os dois em flagrante e expulsou todos da casa? Depois, os dois voltaram e estão juntos até hoje. Volta e meia ela se pergunta se o namorado deve estar lhe traindo aqui fora. Ou seja, ela está "pagando paixão".

    A outra maluca Adriana ficou na duvida se traia ou não o namorado aqui fora com Rodrigão. No final das contas, tomou uma birita e ficou com o cara e agora volta e meia o cabra a humilha, dizendo que só vai ficar ela nas festas. Os dois se beijam e ele diz depois "Vai dançar, vai!!!" . Que nome vocês dão a isso? "pagar paixão". Ou tô louca?

    Para mim, em relação à Maria, o pior de tudo são aquelas que se dizem amigas ficarem conversando com Maumau sobre ela, dizendo que também não suportam, que ela está chata mesmo, que tem aconselhado, que, que... Pra que ficar chutando cachorro morto? Pra que ficar falando para o cara que a menina é apiaxonada que ela é isso ou aquilo? Isso é coisa de gente recalcada, com baixa auto estima, que se aproveita do momento inferior dos outros para se sentir melhor, por cima... É nítido que, para quem não está vivendo aquela maluquice, que ela está exagerada, chata, incoveniente... mas quem nunca tomou um "pileque" (até de suco mesmo) e se desaplaudiu ou ficou mandando milhares de mensagens para uma pessoa que não lhe dá bola?

    As pessoas falam: Homem não gosta de mulher fácil. Uma correção: O ser humano não gosta de nada fácil, mas as escolhas são nossas. A menina está vivendo um momento desaplauso, tá? Mas quando ela levantar, quando ela acordar disso, vai ser uma pessoa tão melhor, tão mais limpa... Deixa a menina em paz !!! Amigo que é amigo, cura o pileque, aconselha, tenta levantar, mas não chuta, nao ajuda a enterrar... Cada qual com seu abadá. E quem nunca se arrepiou com o Tiete Vips que levante a mão e vá passar o carnaval no Capão. Por isso, como diz o ditado "é tempo de murici, cada um que cuide de si".

    Beijo.



    Escrito por Patrícia Rammos às 10h16
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    Machismo danado !!!

     

    Ah, não sou baú, vou desabafar. Minha irmã inventou de assinar o BBB e agora estou viciada. Sempre que vou ficar com minha mãe, a gente passa a madruga assistindo a porra.

    Dia desses vi a polêmica que armaram em torno de Maria, uma participante que ficou com um cara (Maurício) e flertou com outro (Wesley), após a saída do outro. Acontece que o "corno" em questão quando saiu deixou claro (atitudes falam muitas vezes mais do que as palavras) que o romance com ela tinha ficado ali na casa. Inclusive, "ficava" com a menina usando uma aliança que tinha trocado com uma ex. Mas aí bastou a menina cantar pra subir e ficar de tititi com o outro, pra todo mundo cair em cima, num moralismo excessivo e recheado de machismo. Inclusive, as mulheres da casa e daqui de fora. O cara saiu e tinha a intenção de voltar com a ex-namorada, que para seu azar já estava de namoro sério com outro. Como ele voltou, graças ao voto popular, que mais queria ver o circo pegar fogo (tem mais que agradecer a ela por isso), pensou em ficar com a menina novamente. Ou seja, ela é resto é? Ele pode sair, se eximir da responsabilidade, voltar e achar que está tudo normal? Ou ele acha que ela é desinteressante para outros homens e que estaria sempre à sua disposição? Ou melhor: Quem era ela mesmo? Ficou, passou, não lembro mais.

    Ainda vem os outros caras, inclusive, Diogo-chato-baiano, o mesmo que partiu pra cima da ficante (Talula) de um amigo-relâmpago (Rodrigo) assim que ele saiu, bancar o certinho, o correto, amigo de todos. Pimenta no cu dos outros é refresco, né? Homem pode, mulher não.

    Sou da filosofia de que homem é homem, mulher é mulher (Inclusive, os que mudam de sexo... Mudou tem que respeitar... Ariadna pra mim é mulher e pronto) "cada um no seu quadrado", mas detesto essa história de machismo, racismo... Esses "ismos" imbecis. Cada um tem direito às escolhas. Julgar é muito fácil... Sou super a favor da fidelidade, lealdade... mas tudo é uma via de mão dupla. Quem tem medo de ser corno não dá corno. Parece que o cara tem mais medo de ser visto como tal, do que o fato em si. Ridículo, deprimente... Eles podem ficar ciscando, as mulheres lambendo eles... Coisa de macho, né? E ela tinha que bancar a viúva eterna de alguém que pretendia nunca mais encontrá-la. Essa história de que "eu posso, porque sou homem, você não, porque é mulher", é coisa de ignorante, primitivo, bicho...

    Vi uma cena da menina tentando se explicar pro tal Maurício (é visível que já está gamadinha nele) e ele bancando "o poderoso", o dono do pedaço. Ela pensando no que falar, como falar... Totalmente desequilibrada... A vida não é matemática, não. As pessoas experimentam antes de somar. Às vezes erram, fazer o quê? Mas existem as consequências. Ela agora é alvo dos hipócritas de plantão. Deixa a menina em paz !!! Ela é linda, livre, feliz... Pode fazer o que bem entender. Eu, no lugar dela, já teria partido pro outro há muito tempo. Vamos combinar que o médico é infinitamente melhor? Quem não me quer não me merece !!! 

    E tem mais: Com isso não estou dizendo que era o que eu faria, que ele é o errado da história (ele também tem o direito de não querer "pagar o corno"), que isso ou que aquilo, mas estou aqui defendendo a liberdade de escolhas principalmente quando o telhado de todos é de vidro.

    Se jogar uma bomba não fica um.

    Respeito é bom e todo mundo gosta.

    Rindo a toa



    Escrito por Patrícia Rammos às 10h20
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    Carta Aberta - Racismo na Farmácia Sant'ana - Salvador / Bahia

    Olá queridíssimos amigos e sociedade !!!
     
    Para quem não me conhece, permita que eu me apresente. Meu nome é Patrícia Rammos, sou atriz e produtora. 
     
    Antes de mais nada, gostaria de dizer que, apesar de discordar algumas vezes, confio (e muito) na justiça do nosso país. Inclusive, tentei me manter um tanto calada durante esse tempo exatamente por acreditar nela e entender que deveria deixá-la fazer seu trabalho. Mas agora preciso e devo falar. Não só por mim, mas porque devo isso a mim, a minha família e todos vocês.
     
    Entendam o caso:
     
    Há alguns anos, mais precisamente no dia 10 de Outubro de 2007, as 18 horas, de uma quarta-feira, quando estava voltando da minha aula de boxe, precisei passar chuva numa das lojas Sant'ana da Graça, a que fica ao lado da Frio Gostoso, próximo ao Mac Donald's. Devo ter ficado nas dependências da loja por uns dez minutos. Aproveitei que estava lá e dei uma olhada em algumas estantes. Olhei, mas não levei. Como a chuva passou, resolvi ir pra casa. Quando estava já na Ladeira da Barra, um pouco depois da Academia Life, nas imediações da Aliança Francesa, um senhor alto, forte, me abordou e ordenou que eu abrisse minha sacola. Como pensei que era uma assalto, por conta da forma da abordagem, obedeci. Após remexer minha bolsa, o tal senhor me pediu desculpas, se apresentou como segurança da Farmácia Santa'ana e disse que tinha feito isso porque alguém tinha dito que achava que eu tinha colocado algo na bolsa. O que eu senti a partir daquele momento foi um misto de raiva, revolta, vergonha, desespero, medo e indignação. Tentei levá-lo ao Módulo Policial mais próximo (aquele da esquina), mas como ele se recusou voltei à Farmácia, falei com a gerente, pedi os dados dele e ela me disse que ele tinha comentado sobre isso. O cara ainda disse que "gente da nossa cor - ele também é negro - o povo pensa tudo que é ladrão", que não era para eu acusá-lo, que tinha um filho doente, bla, bla, bla... Foi um momento muito difícil, um dos mais difíceis da minha vida. Me senti frágil, vulnerável, injustiçada, sozinha... Mas reuni minhas forças e fui à uma delegacia. Depois dei queixa no Ministério Público e entrei com uma Ação na Justiça. O processo está tramitando na 24ª Vara Cível.
     
    Agora o que posso dizer a vocês sobre o caso? O juiz acabou de arquivar por não conseguir identificar o criminoso. O tal segurança "sumiu" e a farmácia alega que não conhece e que ele nunca existiu. Ou seja, dias depois deram sumiço no tal segurança, que chegou até a falar com os jornalistas de um jornal daqui e se recusou a comentar sobre o episódio. A gerente agora sofre de amnésia. Além de não saber quem é o segurança, "diz que" não se lembra de ter falado comigo. A empresa também alega que não contrata seguranças e que, inclusive, não poderia ter cometido racismo, porque o seu quadro de funcionários é composto por uma maioria negra. Engraçado, negro pode trabalhar e vender pra loja, comprar não, né? Porque esse argumento em nada isenta a responsabilidade deles.
     
    Para piorar, no dia da primeira audiência, o meu advogado, por questões sérias, chegou um pouco atrasado e o juiz declarou que como eu não possuía quem me defendesse, estava impossibilitada de ser ouvida e indicar minhas testemunhas. Não fui e nem sou leviana, temos provas de que ele existe, de que ele trabalhou lá, de que cometeu outras violências, mas precisamos e queremos ser ouvidos. O Ministério Público também arquivou o caso porque também não consegue achar o tal senhor. Será que com tantas pessoas para falar, não se pode fazer com que a empresa em questão seja obrigada a trazê-lo? Todas as testemunhas por parte da farmácia dizem que ele não existe e todas as minhas ainda não foram ouvidas. Ou seja, eu sou a louca. Se temos como provar o que aconteceu, como não podem nos ouvir? Que lei é essa que privilegia o réu e não ouve a vítima? A desculpa é "como a vítima estava sem advogado, não vai poder ser ouvida". E assim termina o caso?
     
    Não estou sozinha, tenho várias testemunhas e acredito que, num país como o meu, que a lei dá crédito a quem chega na hora, mesmo que este tenha abrigado pessoas que agridem pessoas pelo tom de sua pele, preciso e devo correr atrás dos meus direitos. Inclusive, eu estava lá, na hora. Uma lei não pode ser tão matemática. Eu fui agredida e isso  também teve hora, minuto e segundo. E quem vai pagar por isso? De fato o cara trabalhava para a farmácia e temos como provar isso. Se ele era contratado ou não, aí entra uma outra infração: Contratação informal de pessoas incapazes de exercerem tais funções.
     
    Como já falei, eu ainda respeito, eu ainda acredito, eu ainda creio na lei do meu país. E peço o apoio de todos vocês. E não é pelo dinheiro, é pelo respeito, é porque não quero que outras pessoas passem por isso. A gente não pode sair de casa sem saber se vai voltar. Imaginem se eu tivesse resolvido colocar meu sabonete líquido dentro da bolsa pra tomar banho na academia, após a aula, e este fosse encontrado pelo segurança? Como eu iria provar para o "brucutu" que aquilo era meu e não usurpado da loja? Vou ter que andar com nota fiscal de tudo que compro? Olha só o mundo que estamos construindo !!! Fiquei pensando tanto nisso !!! Hoje se vou sair, penso em tudo que levo na bolsa, onde vou entrar... porque infelizmente, na minha terra, não tem essa história de que "quem não deve não teme". Aqui é a lei é dos mais fortes. Não a toa sumiram com ele, contrataram mais de dois advogados, instruíram os funcionários...  É esse o mundo que estamos construindo para os nossos filhos, sobrinhos e por que não, nós mesmos? Não posso e não vou me conformar.
     
    Quem me conhece sabe que odeio o discurso eterno do coitadinho, não tenho nenhum complexo de senzala, mas fui criada aprendendo a respeitar as pessoas e exigindo reciprocidade desse respeito. Tudo bem simples.
     
    Por isso, Senhor Juiz, Senhor Promotor, com todo respeito, pensem com carinho. Poderia ter sido sua filha, sua esposa, seu vizinho, seu tio... E por qualquer razão. Não são só os negros que são vítimas de tais situações vexatórias. É o negro, a loira, o português, o nordestino, o baiano, a mulher, o gay, o advogado... E isso, infelizmente, ninguém pode arquivar.
     
     
    Um abraço.
     
    Patrícia Rammos



    Escrito por Patrícia Rammos às 20h14
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    Odoya, minha mãe !!!

    Na beira do mar
    Chamarei Iemanjá

    Zumbi, Ogum, Budum, Erum, Ilê
    Alôu

    No azul do mar
    Chamarei, oh! Iemanjá

    Olhai mãe santa, meu canto da dor
    Feito em seu louvor
    Iemanjá, Iemanjá, iê
    Iemanja escutai meu clamor
    Iemanjá, aliviai minha dor

    Ô, ô, ô...
    Oh! Meu pai Xangô

    Ô, ô, ô...
    Minha mãe Iemanjá valha-me

    Ô, ô, ô...
    Iá, iê, ilê

    Agolô Naê, Agolô
    Iemanjá Lodé

    Na Beira do Mar

    Timbalada

    Composição: Mateus/ Dadinho (partic. Carlinhos Brown)

     



    Escrito por Patrícia Rammos às 10h05
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    Hi Guys !!!

    Salvador está lotada. E por mais que eu tente, está beeeeeeeeeeem difícil trabalhar. Muito sol (protetor fator 10000000...), a praia me chamando, 2011 começando quente PARA PORRA.
     
    Agora estou indo à aula de inglês. Ando suuuuuuuuper "precisada". Estou dentro de um ônibus, rabiscando meu caderninho "prostituta". Tantas coisas, tantas pessoas diferentes, estranhas, felizes e felizes... O que é esse mar, bicho? Vontade de gritar: " Que coisa boa !!!" pela janela... Mas vão me chamar de doida, né? Deixe-me quieta, então.
     
    Estava aqui, pensando com meus botões, recebi alguns emails essa semana falando sobre o Prêmio Braskem de Teatro. Soube de alguns indicados pelo facebook e logo fui atrás de saber mais. Engraçado, tem gente que morre de raiva do prêmio, acha palhaçaça, injusto, desacreditado... Não consigo pensar assim. Sempre fico curiosa para saber no que vai dar. É claro que não me movimento nesse sentido, nada muda na minha vida, mas respeito, sim.
     
    Particularmente, gostei das indicações, apesar de, por estar em cartaz, não ter visto muita coisa. É lógico que algumas indicações a gente pergunta "por que?" e a ausência de outras "cadê?", mas é preciso entender que este é o veredito das cinco pessoas membros da comissão. E não uma verdade absoluta. É sempre bom manter a calma e ao invés de se irritar, respeitá-lo, por ser legítimo e por ser o que temos. O ideal seria existirem milhares. Que tal "Prêmio A Tarde de Teatro", "Prêmio Correio da Bahia de Teatro", "Prêmio Um Abadá Pra Cada Dia de Teatro", "Premio Sei de Tudo de Teatro", "Prêmio Carlinhos Brown de Teatro" (oi? brincadeirinha... hehe... á ainda o Sarau na cabeça), "Prêmio, Prêmio..."? ... aí sim, teríamos muito pra ver e discutir. Por enquanto, com o nosso Braskem, vamos apoiar, reprovar, mas nunca desrespeitar, pelo amor de Deus !!!
     
    Ah !!! Hoje começa o Amostrão Vila Verão do Teatro Vila Velha. Para startar (ui) tem Os Enamorados as 20 horas. Vamos lá? E dê uma olhadinha no site do Vila (http://www.teatrovilavelha.com.br/) e fique por dentro da programação. Vai ter até Clarisse Abujamra. E muuuuuuuuuitas oficinas (grade abaixo). Só otário pra perder. Sorry. It´s free.
     
    Kisses, kisses
     
    See you later...


    Escrito por Patrícia Rammos às 09h26
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    "Sábado de sol..."

    Fui com "amor recíproco" de barco passear na Ilha de Frades. Muuuuuuuuuuito bom !!! Fiz uma coisa inesperada: Me joguei no mar. É claro que com um belo e bom colete salva vidas, né? Me diverti pelancas. Depois, cansada, me joguei na cama e só acordei hoje.

    Acho que vou ali no Sarau.

    Depois conto mais detalhes.

    Karol, super curti seu cabelo, viu? Verão é isso mesmo. Cara e coragem novos !!!

    E 2 de Fevereiro vem aí. Vamos agradecer a mãe Yemanjá !!!

    Vamo que vamo !!!

    Beijo.



    Escrito por Patrícia Rammos às 16h56
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